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A SeleçãoThe Selection

A Seleção
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    01/01/1970

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  • Emanuel S. Santos @emanuelsilvasantos

    30/05/2015 – editado

    Eu simplesmente não sei por onde começar. Não sei se começo falando como eu amei esse livro, ou como me surpreendi por tirar conclusões precipitadas. Talvez a melhor maneira de começar é dizendo o quão rápido a autora fez com que eu me apaixonasse por esse livro, em apenas alguns poucos capítulos eu já sabia que amaria o livro.Vamos deixar algo bem claro, o livro NÃO se trata de uma distopia. Como a própria editora já anunciou, não é uma distopia e sim um romance, porém o palco deste romance é um mundo distópico.Antes de falarmos então do romance, vamos entender um pouco deste plano de fundo distópico. Kiera criou Illéa, um país divido em várias castas e nossa protagonista vive na casta cinco, a dos artistas. Para sobreviver eles cantam, tocam, fazem esculturas, pintam quadros, ou seja, fazem qualquer tipo de arte para sobreviver. Mas nem sempre viver da arte garante um bom prato de comida. As castas inferiores geralmente passam necessidades, enquanto as superiores vivem uma vida mais confortável, talvez não tão confortável, afinal há rebeldes e o palácio é atacado sempre que há uma chance.Como se trata de um romance, vamos para mais um triângulo amoroso. Neste livro conhecemos a ruiva America, que é apaixonada há alguns anos pelo Aspen. Mas neste mundo em que ela vive, existe a Seleção, em que 35 garotas vão para o palácio disputar pelo amor do querido príncipe Maxon. America está decidida a não participar, porém seu amor insiste em sua participação. Minha torcida é óbvio que é para o príncipe, não por ser rico e poder mudar a situação da protagonista, mas porque ele é atencioso com a protagonista desde o primeiro instante e permitindo com que ela escolha com quem deve ficar. Já Aspen tenta ficar com America a todo custo, mostrando os defeitos do príncipe e querendo escolher por ela.A protagonista tem seus defeitos, às vezes é bem chatinha e sua constante indecisão é irritante, porém ela tem um espírito bom, sempre querendo ajudar aqueles a quem precisa e sinceridade que às vezes é até demais, mas acho que a palavra que descreveria ela seria intensa, porque tudo o que ela faz é tanto intenso quanto impulsivo. Mas se tem um personagem marcante nesta história, é a Celeste. Ela é esnobe e está lutando com unhas e garras para ser a próxima princesa. Nem sempre ela age de maneira justa, o que caracteriza muito o tipo de pessoa que é, sem contar os comentários ácidos feitos perto da realeza.E falando da realeza, a rainha é uma personagem agradável, sinceramente uma das minhas personagens favoritas. Já o rei é intragável, sempre que ele aparecia na trama a leitura ficava tensa e dele podíamos esperar qualquer coisa.Eu me surpreendi com esse livro porque julguei que seria aquele romance bobinho em que trinta e cinco garotas iriam disputar a atenção do príncipe e ele iria se apaixonar por aquela que mais se destacasse. De certa forma ainda é, e falar que toda aquela coisa de príncipe encantado é muito minha leitura favorita também não. Em vários pontos a autora conseguiu me surpreender e em algumas partes você não entende a atitudes dos personagens e acaba julgando, mas a verdade é que em breve ela nos surpreenderá.Sem contar a narrativa muito clara e direta, chega ao leitor de maneira fácil, sem que precise de um dicionário para acompanhar a leitura o que, por sua vez, contribui muito para a leitura seguir em um ritmo bom.Como podem observar, não é à toa que está leitura se revelou uma das melhores do ano (passado). Uma narrativa fluente, com uma protagonista que nos diverte, mas que ás vezes também irrita, e um triângulo amoroso como qualquer outro, porém que você não consegue manter-se impassível.
    Leia na íntegra: http://goo.gl/3bdbxa

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  • Cinthya Oliveira @cinthya.oliveira.9

    19/01/2015 – editado

    Um livro de matar e de tirar o fôlego, amei demais. Não vejo a hora de continuar a trilogia (:Entre meus preferidos *--*

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  • Luiza Fiuza @LuizaFiuza

    15/11/2014 – editado

    Ainda não li, mas quero ler concerteza!! 

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  • Wagner Luiz @wagnerluizfilho

    29/10/2014 – editado

    Até que enfim comecei a ler esse livro! Por enquanto a história está me cativando a continuar lendo, e vamos ver o que acontece!

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  • Pedro Silva @jpsj.02

    27/10/2014 – editado

    Um bom livro.
    Sendo uma distopia, nesse mundo criado pela Kiera Cass, após alguns conflitos com outros países, os Estados Unidos é derrotado e no lugar dele surge um novo pais chamada Illéa, que possui como forma de governo a monarquia. A população desse novo país passou a ser dividida de acordo com sua classe social em castas que variam da 1 (a realeza) à casta 8 (Pobreza ao extremo), ou seja, quanto mais próximo da primeira casta, mas capital você possui. America Singer, junto com sua família, pertencem a casta dos artista, de número 5. Há alguns anos ela vem tendo um romance as escondidas com Aspen, proibido por ele ser um jovem pertencente a uma casta inferior a dela (casta dos empregados, 6). Se envolver emocionalmente com alguém de uma casta baixa é vista com maus olhos, pois todos almejam subir de casta, e não descer.

    America recebe uma carta para se inscrever na Seleção, o grande concurso que tem com proposito de o cobiçado príncipe Maxon selecionar, dentre 35 jovens, apenas uma garota para ser sua princesa e futura rainha de Illéa. Como sua situação com o Aspen (grande amor da vida dela) não está lá das melhores, e ele mesmo quis acabar o relacionamento as escondidas, ela resolve se inscrever no "reality show", só o que America não sabia era que ela estaria nessa lista, dentre as milhares de garotas de Illéa. Sua vida toma outro rumo, já que automaticamente ela sobe para a casta 3 quando o programam acabar. E as grandes questões da trama são mostradas: Será que ela fez o certo? Ela deve mesmo se entregar ao príncipe, é isso mesmo o que ela quer? Vai mesmo deixar sua família para trás? São questões que nem ela mesma teve tempo de pensar quando terminou com Aspen, mas futuras decisões que America terá de tomar.

    Ao começar a leitura desse livro, eu sabia que iria encontrar uma monarquia com todas as suas camadas, no entanto, não esperava tanto dele quanto a Kiera Cass me proporcionou. O livro é sensacional. No incio já nos deparamos com uma personagem narrando sua história em primeira pessoa. Ok, não sei se vocês sabem, mas eu não sou tão fã de personagens femininas narrando, porém, a America não é do tipo bobinha, ela fala dos principais detalhes que nós leitores queremos saber sem que seja chata, monótona e besta como algumas personagens são, e isso é um ponto forte na narração.

    Aspen é um sofredor, isso por pertencer a casta dos trabalhadores, o que nos deixa com pena dele, porém, suas atitudes são de um cara que não cresceu em nada mentalmente, apesar de ter deixado América pensando no bem dela, ele deveria pensar no futuro de amos juntos, nele dando um melhor para ela... e não jogar ela para os jacarés comer e dizer "Adeus". Príncipe Maxon é um personagem que demora um pouco para por suas características de fora, mas somos induzidos, pelas garotas e todo o país, a crer que ele é um perfeito cavalheiro que guarda tudo de bom, se é verdade ou não, eu deixo pra vocês conferirem.
    As demais escolhidas são usadas mais como plano de fundo para enfeitar a trama, já que grande parte pouco são exploradas, a exceção de, a vilã, Celeste e a atenciosos e meiga (e misteriosa) Marlee Tames.

    O livro possui sim características semelhantes a outros já lançados desse gênero, isso é bem evidente no inicio, mas a trama vai criando forma própria assim que damos continuidade a leitura. Ele é bem gostoso de ler e tem um enredo que se desenrola rapidamente, pois possui capítulos curtos e uma linguagem que não precisa de tanto esforço para compreender.

    Há um ponto que não foi muito explorado, que foi a questão dos rebeldes. Houve toda uma falação sobre os ataques, e até ataques ao castelo, porém, a "guerra" em si e seus motivos não foram tão expostos quanto eu esperava, isso pode ser compreensivo por tratar-se de um primeiro livro e sendo assim, a autora, como toda certeza irá abordar e se aprofundar mais nesse tema nos próximos livros (assim espero).

    É um livro voltado mais para o público feminino, mas não significa dizer que os meninos não devam ler. Eu recomendo a leitura a todos àqueles que buscam algo leve.
    Se tens curiosidade, o que está esperando para começar a lê-lo?

    site: http://decaranasletras.blogspot.com.br

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  • Ester Mendes @ester.mendes.7393

    25/10/2014 – editado

    Ótimo livro <3
    Pft :3

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